Novo emprego: saiba conquistar uma boa oportunidade

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Entenda quais são os erros que colocam tudo a perder

O nervosismo e a ansiedade são companheiros fiéis dos candidatos a vagas de emprego.  E o resultado da presença desses sentimentos, geralmente, é a ocorrência de alguns deslizes que colocam tudo a perder. Um dos erros fatais na procura de um novo emprego, é a demonstração de descontentamento com empresas anteriores durante as entrevistas.

De acordo com Madalena Feliciano, especialista em transição de carreiras, da Outliers Careers, de São Paulo (SP), é muito importante manter a postura profissional e não achar que o entrevistador (por mais legal que seja!), é uma pessoa a quem você pode desabafar. “Essa técnica de descontração é muito usada para fazer o candidato se soltar. O problema é quando alguns se soltam demais. Quando perguntarem por que você saiu do emprego anterior, ou porque está buscando uma nova empresa, não prolongue muito a resposta e não entre em detalhes”, afirma.

“Todos nós já passamos por situações em que colegas de trabalhos e chefes de setor não eram tão legais assim, mas esses são nossos problemas pessoais com eles e ninguém mais precisa saber. Diga que houve conflito de interesses e horários ou que você está buscando novas experiências. E só”, recomenda Madalena.

Durante a entrevista é muito importante manter a postura profissional e não achar que o entrevistador é uma pessoa a quem você pode desabafar

A especialista cita que duas coisas podem acontecer se você falar mal do seu antigo chefe: o empregador pode acabar entendendo mais o seu antigo chefe e achar você incapaz de realizar tais atividades, ou achar que você fará o mesmo com a empresa dele quando sair. “De qualquer forma, não pega bem para o entrevistado. Passa a imagem de uma pessoa fofoqueira e sem ética, acima de tudo”, afirma.

E se você está infeliz com o atual emprego, não deixe que isso interfira nas suas escolhas. “A pressa de sair do emprego atual geralmente faz com que você atire para todos os lados e cometa o mesmo erro: se encontrar preso em uma empresa que não lhe agrada. Em situações como essa, a ansiedade e frustração não podem afetar o julgamento para a escolha de um novo emprego. Pelo contrário, se você já passou pela péssima experiência de trabalhar infeliz, preste bastante atenção e analise bem as empresas para as quais você está se candidatando. Pesquise!”, aconselha a gestora.

A importância de se planejar a carreira ainda na faculdade

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Quanto mais cedo se começa a traçar as metas da carreira, mais bem sucedido é o profissional

No atual mundo globalizado, em que as mudanças ocorrem muito mais rapidamente e a concorrência no mercado é cada vez mais alta, planejar a carreira se tornou fundamental. Por muito tempo, os profissionais contavam apenas com os planos de carreira oferecidos por suas empresas contratantes, hoje em dia, com as diversas opções de especializações, se você quer diversificar o currículo e explorar diferentes vertentes da sua profissão, é preciso se planejar.

Gestora de Carreiras e diretora da Outliers Careers e do Instituto Profissional de Coaching, Madalena Feliciano, diz que se deve começar cedo. “Se você ainda está na faculdade, é essencial que comece a pensar no rumo que quer tomar na sua carreira, nas diferentes especializações que gostaria de ter e colocar no papel, para se planejar”, comenta.

Segundo Madalena, qualificação nunca é demais. “Há alguns cursos profissionalizantes que o graduando pode fazer que tem a ver com a sua área de atuação, mas que não requerem ainda o diploma. Dessa forma, mesmo que ainda na faculdade, ele adquire mais conhecimento técnico que será muito bem visto na entrevista de estágio dos sonhos”, aconselha.

Gestora acrescenta, dizendo que esses planejamentos não podem apenas ficar na cabeça. “Coloque-os no papel, trace metas e o objetivo. Diga em quanto tempo você pretende atingir todos eles. Isso lhe dará mais direção até mesmo para com estágios e trainees, para enxergar se os seus objetivos estão realmente te colocando na direção certa. O profissional que atira para todos os lados acaba se perdendo na carreira”, afirma Madalena.

É importante também reconhecer os recursos disponíveis e, desde o começo, definir o foco de ação a busca pelos resultados. “O êxito e o triunfo não podem ser comprados, porém, o sucesso de cada um depende muito mais de si próprio do que se pensa”, conclui a especialista.

Outliers Careers
Madalena Feliciano

Gestora de Carreira
(11) 2737-1724
Rua Professor Aprígio Gonzaga, 78 – Térreo – São Judas,  São Paulo – SP.
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Responsável: Verônica Pacheco

Contato: redacao@todacomunicacao.com.br

A importância da inteligência emocional no mundo corporativo

Muito mais do que um bom currículo, as empresas procuram por profissionais equilibrados e capazes de lidar com situações difíceis do cotidiano.

Com cada vez mais informação, tarefas a serem realizadas e estresse no dia-a-dia, uma empresa, ao contratar um profissional, espera encontrar nele uma pessoa que seja competente em suas funções – mas que também saiba lidar bem com a pressão e demais problemas que possam vir a surgir no mundo dos negócios de forma equilibrada.

Muitas vezes, a falta de sensibilidade em se relacionar com os outros assim como não saber lidar com situações de desconforto prejudicam a imagem e o desempenho do indivíduo. “É nessa hora que o desenvolvimento da inteligência emocional no mundo corporativo torna-se quesito importante para que o profissional mantenha o seu bom nível e aprenda a lidar melhor com situações corriqueiras”, comenta Madalena Feliciano, diretora de projetos da Outliers Careers.

Resumidamente, inteligência emocional é a capacidade de administrar as emoções para alcançar objetivos. “Com isso, entende-se que as pessoas que sabem lidar com seus medos, inseguranças e insatisfações costumam ter maior êxito em seus cargos – e até em suas vidas”, explica a especialista.
Deixar o ambiente mais harmonioso com foco nos resultados e abusando da criatividade para resolver “pepinos”, o profissional que desenvolve a inteligência emocional conquista pontos com sua equipe de trabalho e com seu chefe. “Por natureza, o ser humano é predisposto a ser intuitivo e a seguir seus instintos, porém, ter uma inteligência emocional equilibrada significa ter um bom discernimento na hora das tomadas de decisão e tranquilidade e sabedoria na hora de buscar as melhores estratégias e caminhos para conquistar o seu objetivo”, exalta Madalena.

Saber agir emocionalmente com inteligência traz consigo diversas vantagens no dia-a-dia e no possível sucesso da carreira profissional. Resultados como promoções mais rápidas, resultados efetivos, um bom networking e maior facilidade em aprender coisas novas são apenas algumas das características conquistadas pelos profissionais que desenvolvem essa competência. “Quando em harmonia, o profissional enxerga os problemas e objetivos de outro ângulo, e isso faz com que ele torne-se um visionário, afinal, sabe como negociar, desenvolve melhor a sua intuição e escuta mais seus líderes e parceiros”, diz a coach.

Quando falta a inteligência emocional, o profissional acaba não aplicando a melhor solução, pois as emoções acabam influenciando o raciocínio – e isso pode resultar em prejuízos financeiros e até na perda de alguns profissionais para a empresa. “Ao administrar suas emoções você garante a si mesmo e aos seus próximos uma maior produtividade, felicidade e realização própria. Viver de maneira equilibrada é a melhor solução para os problemas”, conclui Madalena.

Outliers Careers
Madalena Feliciano
 CEO

Na entrevista de emprego, quem fala menos, ganha mais

Por Madalena Feliciano*

Não é incomum para trabalhadores se verem presos em um emprego que não lhes traz satisfação profissional. Seja pelo convívio com colegas, valores da empresa ou remuneração salarial, não estar feliz no ambiente de trabalho afeta não só o rendimento do profissional nas atividades diárias, mas até mesmo sua vida pessoal. Quando finalmente conseguem uma entrevista em outra companhia, é comum alguns candidatos cometerem erros, seja por ansiedade, ou, até mesmo, por descontarem suas frustrações sobre a atual empresa. Muito frequente, a pergunta sobre o porquê terem saído ou estarem querendo sair de seus atuais empregos, pode servir como uma armadilha para esses profissionais.

É importantíssimo sempre manter a postura profissional e não achar que o entrevistador, por mais legal que seja, é seu amigo e você pode desabafar. Essa técnica de descontração é muito usada para fazer o candidato se soltar. O problema é quando alguns se soltam demais. Quando perguntarem por que você saiu do emprego anterior, ou porque está buscando uma nova empresa, não prolongue muito a resposta e não entre em detalhes.

Todos nós já passamos por situações em que colegas de trabalhos e chefes de setor não eram tão legais assim, mas esses são nossos problemas pessoais com eles e ninguém mais precisa saber. Diga que houve conflito de interesses e horários ou que você está buscando novas experiências. E só.

Duas coisas podem acontecer se você falar mal do seu antigo chefe: o empregador pode acabar entendendo mais o chefe do que você e te achar incapaz de realizar tais atividades, ou ele vai achar que você fará o mesmo com a empresa dele quando sair. De qualquer forma, não pega bem para o entrevistado. Passa a imagem de uma pessoa fofoqueira e sem ética, acima de tudo.

Outro ponto também importante a ser comentado sobre essa situação é a ansiedade do profissional infeliz com o atual emprego. Eu já vi muitos que tinham tanta pressa em sair da onde estavam que acabaram atirando para todos os lados e cometeram o mesmo erro: novamente se encontraram presos em uma empresa que não gostavam. Em situações como essa, a ansiedade e frustração não podem afetar o julgamento para a escolha de um novo emprego. Muito pelo contrário, se você já passou pela péssima experiência de trabalhar infeliz, preste bastante atenção e analise bem as empresas para as quais você está se candidatando. Pesquise!.

*Madalena Feliciano é Diretora Geral da empresa Outliers Careers www.outlierscareers.com.br. Contatos através do email madalena@outlierscareers.com.br ou telefone (11) 2737-1724.

 

Matéria publicada em 13 de Junho no site “Dicas Profissionais”.

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